Que roupa usar?

Criança precisa brincar, se movimentar e explorar o mundo que está à sua volta. Para que isso aconteça de forma prazerosa, as roupas devem ser confortáveis. Nada de roupinhas justas ou pesadas, que volta em meia surgem na moda. O tecido deve ser natural e de preferência 100% algodão para que o risco de alergias seja menor.

Dos seis meses ao primeiro ano do seu filhinho, naquele período em que o bebê começa a se aventurar sobre os pezinhos, o ideal são as meias antiderrapantes e macacãozinhos, que não deixam que a barriguinha encoste no chão frio, evitando também o risco de escorregar, algo comum nessa fase. As roupas devem ser sempre simples, sem botões e enfeites demais onde o bebê pode levá-los a boca e engasgar.

Em um país tropical como o nosso, o tempo quente e abafado predomina em mais da metade do ano. Nessas ocasiões de calor intenso, deixe-o com pouca roupa ou apenas de fraldas, de forma que não prenda os movimentos.

Para perceber se a fralda está incomodando o seu nenê, certifique-se de que sua mão entra por dentro da fralda quando o bebê está deitado. A fralda muito justa pode apertar a barriga da criança, principalmente quando começar a sentar.

Já os bebês prematuros normalmente têm dificuldade em manter a temperatura corporal, precisando de maiores atenções com as alterações de clima e temperatura. Se a criança está suando muito ou muito irritada, pode ser sinal de que está com muito calor ou muito agasalhada. Espirros e soluços são sinais de frio.

Em dias de temperatura baixa

No frio, a recomendação fundamental é agasalhar bem o bebê, mas sem que isso impeça seus movimentos, pois é preferível roupa mais quente a cobertores que possam “sufocá-lo”.

Quer uma dica legal para agasalhar seu filho na hora de dormir sem que ele reclame? Crianças acima de 3 anos adoram ouvir histórias e os pijamas podem ser ilustrados com desenhos de que gostem. Mickey, Minie, Cebolinha... heróis não faltam!

Calçados e outros acessórios

Se o querido da família ainda não tem muita firmeza para andar, é melhor evitar os sapatos de canos altos, que atrapalham a flexibilidade das articulações. A sola deve ser durinha e antiderrapante. Velcro é melhor do que cordões que podem desamarrar e fazer com que a criança tropece. Os calçados devem ser cômodos e adequados ao tamanho dos pés.

Na hora do passeio, deixe a criança descalça para pisar na areia, terra ou cimento, isso ajudará na formação da planta do pé evitando o pé chato. Acima dos três anos, os cuidados são outros. Se ela vai brincar na areia, por exemplo, usar tênis para afastar o perigo das picadas de inseto.

Nada de tiras, gorros ou bonés que saem da cabeça, pois além de atrapalhar a brincadeira, a criança pode querer segurá-lo e acabar se desequilibrando se estiver num brinquedo mais alto do parquinho. Outro perigo é o cachecol que pode enroscar em algum brinquedo e machucar a criança.

Na praia, maiôs e sungas apertados são incômodos. Em festas à fantasia, cuidado com tecidos sintéticos que são quentes, inflamáveis e podem causar irritações. Roupas apertadas inibem a respiração e podem atrapalhar a postura, fazendo com que a criança tenha que se esforçar mais para falar e brincar, causando rouquidão e cansaço.

Bruno Rodrigues

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