Amamentar até que idade?

Diga SIM à amamentação!

Não apenas as mamães, mas todas as pessoas envolvidas com o bebê devem ter consciência da importância da amamentação para incentivar e ajudar a criar um ambiente favorável ao aleitamento. Garantir esse direito ao bebê é responsabilidade de todos.

Segundo uma estimativa do UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), “se todos os bebês fossem exclusivamente amamentados durante os seis primeiros meses de vida e continuassem a mamar até os dois anos de idade, quase um milhão e 300 mil crianças poderiam ser salvas, todos os anos, e outros milhares de meninos e meninas cresceriam muito mais saudáveis em todo o mundo”. Isso mostra o quanto o leite materno é importante para a criança. Ele é o único alimento que a criança precisa até o sexto mês de vida.

A Dra. Keiko Teruya, pediatra que luta bravamente em favor da amamentação, explica que o maior motivo de muitas mães não amamentarem seus bebês não é a falta de vontade e sim a indisponibilidade e a falta de informação. “As mulheres não são orientadas sobre como viabilizar a amamentação e não conhecem os seus direitos, por isso param de amamentar quando voltam a trabalhar”, diz a médica.

Graças a diversas campanhas e programas de incentivo ao aleitamento o número de crianças amamentadas vem crescendo e o resultado disso será uma redução nos casos de mortalidade infantil.

A Organização Mundial de Saúde, a Sociedade Brasileira de Pediatria e os principais órgãos de saúde e defesa da criança recomendam alimentar o bebê exclusivamente com leite materno até os seis primeiros meses e continuar a amamentar até o primeiro ano da criança. Os benefícios continuam pelo tempo que a mãe e o bebê quiserem continuar com o processo de aleitamento. Leite da mamãe só faz bem! “Quem oferece leite materno está construindo saúde”, diz a Dra. Keiko.

 

Paula R. F. Dabus

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