Alergia ou intolerância à lactose

Leite pode ser causa de problemas comuns

Alergia ou intolerância: será que o leite é prejudicial?

O leite de vaca pode ser um dos grandes influentes a reações alérgicas nas pessoas. Segundo especialistas, este tipo de reação pode desencadear diversos problemas como diarréia, coceira, espirros, asma, bronquite, entre outras e, hoje, é um dos problemas que atinge até 2% da população.

De acordo com o nutrólogo Maximo Asinelli, o principal perigo são os sintomas que podem começar a surgir nas crianças. Atualmente, cerca de 8% das crianças até três anos de idade, possuem intolerância ou alergia à lactose. "Quando a criança é muito nova e já consome leite de vaca, algumas reações podem aparecer. Nestes casos, a melhor solução é ver se o mal causado é devido ao leite e, se constatado, utilizar leite de soja ou leite com baixa "lactose" , afirma o nutrólogo.

Na maioria dos casos, a principal dificuldade é a falta de informação. "A maioria das pessoas não sabe, ou nem procura saber, se possui algum tipo de problema relacionado ao leite, o que pode parecer até incomum", conta Maximo. O fato é que a intolerância ou a alergia só passa a ser um problema quando agrava situações já existentes.

Nas crianças, a preocupação deve ser dobrada. Alergia e intolerância são coisas diferenciadas. "A alergia é algo facilmente perceptível. Quando se fala de intolerância, o período de aparição das reações pode ser prorrogado, causando dificuldade de identificação do real problema", explica Asinelli e, por isso, devem ser relevados alguns pontos.

Nas alergias, podem ser identificados problemas respiratórios, inchaço nos olhos e nos lábios, espirros e tosses. Já os problemas relacionados à intolerância podem ser associados a dores abdominais, diarréia, gases e desconforto.

Nesta diversidade de casos, o correto é procurar um especialista e verificar se não existe nenhum outro tipo de alergia ou intolerância. "É interessante que as pessoas saibam quais alimentos são apropriados ao seu consumo, pensando a partir do ponto de que nenhum organismo tem o mesmo funcionamento", finaliza.

Verônica Pacheco

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